1.01 – Ori and the Blind Forest

Ori and the Blind Forest (Ori e a Floresta Cega em uma tradução literal) é um jogo de plataforma do tipo metroidvania (cujo mapa é totalmente interconectado porém algumas áreas precisam de habilidades especificas para serem acessadas) desenvolvido pela Moon Studio e publicado pela Microsoft.

No jogo você é um espirito da floresta (Ou um Stitch albino) o qual caí da Spirit Tree (árvore para todas as outras comandar, tipo o um anel) e então é encontrado por Naru (Totoro) e criado por ele. Porém a floresta está morrendo e a comida também, e Naru perde sua centelha da vida, deixando Ori sozinho. A jornada começa assim, com a Spirit Tree narrando a jornada e com Ori tendo que aprender sobre a floresta sozinho.

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Aparece outros elementos durante a jogatina, como Sein, o espirito que ajuda Ori, indicando para onde tem que ir, e também Gumo (o último de sua especie). O vilão da historia, ou a vilã no caso, é Kuro, uma coruja com sangue nos olhos que ao te ver irá te perseguir sem dó. Claro, para tudo existe explicações.

A ambientação do jogo é uma arte digna de Louvre e qualquer printscreen pode ser facilmente pendurado como quadro. É incrível como o jogo consegue te fazer vislumbrar com seus detalhes e efeitos e ainda assim rodar em quase qualquer computador. Eu mesmo joguei em um notebook e raramente ocorria quedas de frames por segundos (devido ao meu notebook ser ultrapassado). Um exemplo:

ori-11

A jogabilidade é bastante fluida e há tempos não jogava algo que respondia tão bem às suas intenções. Ori simplesmente responde a todos seus comandos, desde que seja “fisicamente” possível (dentro da física do jogo). Com o decorrer da jornada será ganho pulo duplo (que pode ser triplo com a árvore de habilidades), empurrão (você consegue empurrar um projetil ou oponente para um lado e ganhar impulso para o lado contrário), “cabeçada” (aonde você vira uma bolinha e vai com tudo para baixo), entre outras habilidades que serão necessárias para explorar o mapa.

Sobre a exploração, este é o tipo de jogo aonde você terá vontade de fazer 100%, então explore tudo. Existem apenas 4 áreas que não possuem volta, que são as áreas aonde você deve ativar os elementos (ao jogar você irá saber quais são), logo, tenha certeza de explorar elas 100% antes de começar o evento / boss delas. Nas demais, dá para explorar a vontade assim que as habilidades forem chegando. Também existem áreas ocultas, que são indicadas por luzes fracas ou por sorte, a qual só irão aparecer quando você der um salto direto para elas. Por sorte dá para upar suas habilidades até certo ponto no qual tais áreas ocultas são reveladas. O mesmo serve para revelar power ups de vida, “mana” e xp espalhados pelo mapa.

Sobre os Boss / Chefes do jogo, eles não existem e são substituídos por fases de fugas, que são alucinantes e com uma trilha sonora digna de filme de 007 (Skyfall? XD). Segue abaixo vídeo de uma fuga que eu mesmo efetuei:

A trilha sonora em si é uma obra de arte e aconselho a qualquer um a parar e escutar a mesma que é facilmente acessada no youtube ou pode ser comprada em conjunto com o jogo na steam.

Sobre as conquistas, esse jogo foi pensando para que fosse rejogado várias vezes, e entre as conquistas que podem te animar a fazer isso estão a de 100% (para os desavisados que perderam alguma parte), a de vencer o jogo sem morrer (hardcore!), a de vencer o jogo sem gastar nenhum ponto de habilidade e a última e mais trabalhosa no meu ponto de vista: De vencer o jogo abaixo de 3 horas. Eu mesmo demorei 11 horas por causa da exploração. Claro, speedrunners conseguem fechar o jogo abaixo de 30 minutos.

No mais, fica minha dica para essa obra de arte, publicada pela Microsoft e disponível em Xbox 360, One e PC. E um vídeo de SPOILER com as razões de KURO:

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Publicado por

newtonwsl6

65% goiano, 31% mineiro e 4% paulista. Engenheiro mecânico recém formado pela UFU em plena crise política e economia brasileira. Nerd nível médio pegando grau em avançado, desenhista, leitor, gamer, cinéfilo e apaixonado por heróis (ou seria vilões?).

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